Pólo de BRAGA
Na noite do dia 30 de Junho de 2006 os encarregados de educação dos formandos da Esprominho, bem como toda a comunidade escolar puderam participar numa sessão aberta subordinada ao tema: « A Problemática de Educar na Adolescência», orientada pelo Dr. Carlos Aguiar Gomes, presidente da Associação Famílias de Braga.
Após a abertura da sessão efectuada pelo Director Pedagógico, Dr. Cláudio Marques os participantes puderam conhecer a visão, perspicaz e esclarecedora, do orador que foi alertando para a função dos pais como elementos primeiros, principais e insubstituíveis – não únicos – na tarefa de educar.
A sessão foi desenvolvida na base de um saber de experiência feito, onde o Dr. Carlos Aguiar, pai de 4 filhos e avô de 6 netos, foi apontando pistas para uma educação comprometida.
Alertou que «os filhos são diferentes em cada momento» e que os pais não o são a prazo «É-se pai e mãe e para sempre, mesmo após uma separação física».
Afirmou que «é errado fazer comparação entre filhos. São sempre diferentes, com uma identidade própria. A relação pai/mãe – filho não é sempre igual ao longo do tempo».
A palavra-chave apontada foi «negociar» e é possível enumerar num decálogo as ideias desenvolvidas, de extrema importância em termos educativos.
1. Entender cada filho como é e não como queremos que seja. O filho não é uma fotocópia melhorada do pai ou da mãe.
2. A educação não começa na adolescência.
3. Os filhos precisam que os pais sejam pais e não os melhores amigos.
4. Apagar-se para dar lugar ao filho, à sua liberdade, maturidade e autonomia.
5. Compreender a idade da contestação, da revolução das hormonas.
6. Pensar como reagi quando tinha a sua idade.
7. Evitar «comprar» guerras, desenvolvendo a capacidade de dialogar.
8. Educar na base de regras claras. Autoridade e não autoritarismo.
9. Não quebrar as manifestações de afecto. As drogas e outros vícios são reflexos do défice de afecto na adolescência.
10. Usar da paciência.
O encerramento da sessão ficou a cargo do Director Pedagógico da EsproMinho que salientou a importância do tema e frisou que a linha educativa da escola coincide com a apresentada pelo Dr. Carlos Aguiar no que respeita à abertura de um espaço de diálogo e negociação permanentes, conferindo aos formandos responsabilidades nas suas acções, desenvolvendo, assim, um papel de co-educadora. Por fim, deu a palavra aos encarregados de educação para que estes pudessem apresentar as suas inquietações.
Um dos encarregados de educação, na sua intervenção, tendo manifestado o seu apreço pelo desenvolvimento do tema na base de um testemunho pessoal e de exemplos práticos, referiu a importância da presença dos filhos nestas sessões. Apenas três dos formandos da escola estiveram presentes.
Na noite do dia 30 de Junho de 2006 os encarregados de educação dos formandos da Esprominho, bem como toda a comunidade escolar puderam participar numa sessão aberta subordinada ao tema: « A Problemática de Educar na Adolescência», orientada pelo Dr. Carlos Aguiar Gomes, presidente da Associação Famílias de Braga.
Após a abertura da sessão efectuada pelo Director Pedagógico, Dr. Cláudio Marques os participantes puderam conhecer a visão, perspicaz e esclarecedora, do orador que foi alertando para a função dos pais como elementos primeiros, principais e insubstituíveis – não únicos – na tarefa de educar.
A sessão foi desenvolvida na base de um saber de experiência feito, onde o Dr. Carlos Aguiar, pai de 4 filhos e avô de 6 netos, foi apontando pistas para uma educação comprometida.
Alertou que «os filhos são diferentes em cada momento» e que os pais não o são a prazo «É-se pai e mãe e para sempre, mesmo após uma separação física».
Afirmou que «é errado fazer comparação entre filhos. São sempre diferentes, com uma identidade própria. A relação pai/mãe – filho não é sempre igual ao longo do tempo».
A palavra-chave apontada foi «negociar» e é possível enumerar num decálogo as ideias desenvolvidas, de extrema importância em termos educativos.
1. Entender cada filho como é e não como queremos que seja. O filho não é uma fotocópia melhorada do pai ou da mãe.
2. A educação não começa na adolescência.
3. Os filhos precisam que os pais sejam pais e não os melhores amigos.
4. Apagar-se para dar lugar ao filho, à sua liberdade, maturidade e autonomia.
5. Compreender a idade da contestação, da revolução das hormonas.
6. Pensar como reagi quando tinha a sua idade.
7. Evitar «comprar» guerras, desenvolvendo a capacidade de dialogar.
8. Educar na base de regras claras. Autoridade e não autoritarismo.
9. Não quebrar as manifestações de afecto. As drogas e outros vícios são reflexos do défice de afecto na adolescência.
10. Usar da paciência.
O encerramento da sessão ficou a cargo do Director Pedagógico da EsproMinho que salientou a importância do tema e frisou que a linha educativa da escola coincide com a apresentada pelo Dr. Carlos Aguiar no que respeita à abertura de um espaço de diálogo e negociação permanentes, conferindo aos formandos responsabilidades nas suas acções, desenvolvendo, assim, um papel de co-educadora. Por fim, deu a palavra aos encarregados de educação para que estes pudessem apresentar as suas inquietações.
Um dos encarregados de educação, na sua intervenção, tendo manifestado o seu apreço pelo desenvolvimento do tema na base de um testemunho pessoal e de exemplos práticos, referiu a importância da presença dos filhos nestas sessões. Apenas três dos formandos da escola estiveram presentes.